Edição de 18 de julho de 2026
486 mil hectares deixaram de ser Floresta Nacional — e nenhum nome ficou no placar
Na quarta-feira, o Senado aprovou em votação simbólica um projeto que retira 486 mil hectares da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará, abre o que sobra a até 20% de uso agropecuário e mantém o subsolo disponível para mineração. Foi a decisão mais definitiva da semana — muda o destino da terra, não só o papel — e não há um único voto registrado com nome: aprovada por acordo de líderes, sob urgência, em poucos minutos. No resto, a máquina seguiu no ritmo de sempre: R$ 13,3 bilhões em crédito extraordinário, garantias, obras. E no mercado, a Engie precificou uma oferta de R$ 8,36 bilhões em que quem entra do outro lado é a própria controladora.
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🌳 A floresta que encolheu 37% sem placar
🏦 Crédito, garantia e obra – agora R$ 13,3 bilhões de uma vez
🏗️ Contratos grandes: uma rodovia no Amapá e um píer em Paranaguá
🏛️ No Congresso
📈 Mercado em 30 segundos – a Engie precifica R$ 8,36 bi e a controladora entra com uma usina
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