Na plataforma
Crie uma conta gratuita para seguir temas, empresas e fontes oficiais — as novidades chegam no seu feed e no resumo por email. Monitoramento com alertas está nos planos profissionais.
O deputado Sidney Leite (PSD/AM) protocolou em 11 de agosto de 2026 o Projeto de Lei nº 4973/2026, que propõe alterar a Lei nº 10.820/2003 para estabelecer um limite máximo para as taxas de juros das operações de crédito consignado e instituir mecanismos de proteção ao consumidor.
A Lei nº 10.820/2003 é a norma que regula o crédito consignado no Brasil, ao autorizar o desconto direto em folha de pagamento ou benefício de valores referentes a empréstimos, financiamentos e cartões de crédito. Hoje, os tetos de juros do consignado para aposentados e pensionistas do INSS são definidos pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) e atualmente estão em 1,85% ao mês para empréstimos pessoais e 2,77% ao mês para cartão de crédito consignado.
O projeto apresentado por Sidney Leite busca fixar um limite para as taxas de juros diretamente em lei, em vez de deixar o teto a cargo de deliberações do CNPS. A ementa do PL também menciona a instituição de "mecanismos de proteção ao consumidor", sem detalhamento adicional no texto disponível até o momento.
A proposição encontra-se na fase inicial do processo legislativo, registrada apenas como apresentada na Mesa da Câmara dos Deputados. Não há ainda designação de relator, despacho para comissões ou parecer emitido. O projeto seguirá para análise nas etapas subsequentes da tramitação, incluindo eventual distribuição a comissões temáticas e votação em plenário.
Os destaques das fontes oficiais, toda semana no seu email.
Inscrição imediata, com email de confirmação. Cancele quando quiser, com um clique.
Sua inscrição começa imediatamente. Também enviamos um email de confirmação, com um link para cancelar caso não tenha sido você.
Segundo dados do Ministério da Previdência Social, o governo discute ainda a adoção de uma regra automática para ajustar o teto de juros do consignado do INSS com base na taxa Selic, buscando maior previsibilidade nas variações das taxas. De acordo com a Folha de S.Paulo, a proposta foi apresentada pelo Ministério da Previdência em julho de 2026.
Fonte oficial: Câmara dos Deputados · Consultar publicação original
Continue acompanhando
Siga o Atlas Público nas redes sociais para acompanhar notícias, análises e dados públicos.