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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,07% em julho de 2026, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 11 de agosto. O resultado ficou acima da expectativa do mercado financeiro, que projetava variação de 0,03% para o mês, segundo reportagem do InfoMoney.
Com isso, a inflação acumulada em 12 meses desacelerou para 4,44%, recuo de 0,20 ponto percentual em relação aos 4,64% registrados em junho. No mês anterior, o IPCA havia avançado 0,16%.
O principal impacto para a alta de julho veio do grupo Habitação, que subiu 0,99% e contribuiu com 0,15 ponto percentual para o índice, impulsionado principalmente pela energia elétrica residencial, que teve alta de 3,09%. Em sentido oposto, o grupo Alimentação e Bebidas registrou queda de 0,67%, com impacto negativo de 0,14 ponto percentual.
A meta de inflação para 2026, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3% ao ano, com banda de tolerância de 1,5 a 4,5%. Com o acumulado de 4,44%, a inflação permanece acima do centro da meta, mas abaixo do teto de 4,5%.
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O cenário macroeconômico acompanha a evolução dos preços de perto. Em 5 de agosto de 2026, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano — o quarto corte consecutivo no ciclo de flexibilização iniciado em março, segundo nota do Banco Central. A taxa de desemprego, medida pela PNAD Contínua do IBGE, estava em 5,4% no trimestre encerrado em junho, o menor patamar da série histórica iniciada em 2012, conforme dados divulgados pelo IBGE.
Fonte oficial: Banco Central do Brasil · Consultar publicação original