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A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,4% no trimestre móvel encerrado em junho de 2026, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgada pelo IBGE em 30 de julho de 2026. O resultado representa a menor taxa para o período na série histórica iniciada em 2012.
Na comparação com o trimestre anterior (janeiro a março de 2026), quando a taxa estava em 6,1%, houve queda de 0,7 ponto percentual. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (abril a junho de 2025), a redução foi de 0,4 ponto percentual — a taxa passou de 5,8% para 5,4%.
A população desocupada foi estimada em 5,9 milhões de pessoas, uma diminuição de 718 mil (10,9%) em relação ao trimestre imediatamente anterior. A população ocupada atingiu 103,1 milhões de trabalhadores, o maior número da série histórica, com crescimento de 1,1% (cerca de 1,1 milhão de pessoas a mais) frente ao trimestre finalizado em março.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho recuou para 12,9%, queda de 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, totalizando 14,7 milhões de pessoas subutilizadas — 1,6 milhão a menos. A população desalentada (aqueles que desistiram de procurar trabalho) diminuiu para 2,3 milhões, recuo de 14,7% na comparação trimestral.
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A renda média real habitual do trabalhador foi de R$ 3.738,00 no trimestre até junho, alta de 2,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025.
A PNAD Contínua é a principal pesquisa de mercado de trabalho do IBGE e utiliza trimestres móveis, de modo que os resultados de cada trimestre são comparados com o período imediatamente anterior e com o mesmo intervalo do ano anterior.
Fonte oficial: Banco Central do Brasil · Consultar publicação original