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O deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) apresentou, em 29 de setembro de 2026, o Requerimento de Informação (RIC 2695/2026), dirigido ao ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), sobre os registros de entrada e saída da empresária Roberta Moreira Luchsinger no Palácio da Alvorada. O requerimento ainda não foi deliberado; trata-se de um pedido de informações, não de uma decisão sobre a ocorrência de visitas.
O parlamentar pede os registros entre 1º de janeiro de 2023 e a data da resposta, com datas, horários, pessoas ou autoridades visitadas, responsável pela autorização e finalidade declarada. Também pergunta se Luchsinger entrou acompanhada de Fábio Luís Lula da Silva ou de servidores e agentes públicos federais.
O pedido solicita ainda que o GSI informe o fundamento legal da negativa de acesso aos dados via Lei de Acesso à Informação e, se houve classificação sigilosa, indique o grau, o prazo, a autoridade classificadora e a data, além de enviar cópia do termo de classificação. Alberto Neto também pergunta quais normas internas regulam os registros de visitantes, se Luchsinger integrou comitivas ou deslocamentos presidenciais — inclusive em aeronaves da Força Aérea Brasileira — e se órgãos como a Polícia Federal ou o Supremo Tribunal Federal solicitaram esses dados.
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Na justificativa, o deputado afirma que o GSI negou um pedido de acesso e questiona por que, segundo o requerimento, não se aplicou a possibilidade de divulgação mencionada pelo órgão para registros relacionados a agendas oficiais ou a agentes privados que representam interesses perante a administração pública. O documento atribui a Luchsinger a condição de lobista e diz que ela é investigada pela Polícia Federal. A própria justificativa ressalva que a recusa de acesso não comprova que ela tenha frequentado o Palácio da Alvorada.
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