O Ministério da Saúde e a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) assinaram, em 24 de abril de 2026, um acordo de cooperação técnica com vigência de cinco anos.

A parceria tem como objetivo ampliar a formação de médicos intensivistas, sobretudo nas regiões identificadas como vazios assistenciais. Entre as ações previstas estão o apoio à criação e credenciamento de novos programas de residência em medicina intensiva, a certificação dos cursos existentes, a construção de uma base nacional de dados científicos e o suporte técnico a políticas de terapia intensiva.

Para a população, o acordo pode significar maior disponibilidade de profissionais qualificados no atendimento a pacientes críticos, contribuindo para a melhoria da qualidade da assistência hospitalar nas áreas com maior carência de especialistas.