Na plataforma
Crie uma conta gratuita para seguir temas, empresas e fontes oficiais — as novidades chegam no seu feed e no resumo por email. Monitoramento com alertas está nos planos profissionais.
A deputada Laura Carneiro (PSD/RJ) apresentou, em 20 de agosto de 2026, o PRL 1/0, parecer como relatora na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. O documento recomenda a aprovação do Projeto de Lei (PL) 3.728/2021, que altera a Lei Maria da Penha para tratar do atendimento acessível a mulheres com deficiência em situação de violência doméstica e familiar.
O parecer propõe que o atendimento policial e pericial à vítima seja realizado com acessibilidade, incluindo o uso de Língua Brasileira de Sinais (Libras), braile ou outras tecnologias assistivas. Segundo o texto, a medida busca preservar a integridade dos depoimentos e exames periciais, facilitar a demonstração da materialidade e da autoria dos crimes e evitar a revitimização.
A proposta também prevê acessibilidade na prestação de serviços de assistência judiciária gratuita e da Defensoria Pública. O parecer afirma que essas medidas estão alinhadas à Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher e à Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
A matéria foi distribuída a outras comissões, que, segundo o relatório, se manifestaram pela aprovação ou pela compatibilidade financeira e orçamentária. O registro da Câmara consultado não traz votação para o PRL 1/0; portanto, a apresentação do parecer não significa aprovação do projeto. A proposição segue em tramitação na CCJC, sem deliberação registrada para este documento.
Os destaques das fontes oficiais, toda semana no seu email.
Inscrição imediata, com email de confirmação. Cancele quando quiser, com um clique.
Sua inscrição começa imediatamente. Também enviamos um email de confirmação, com um link para cancelar caso não tenha sido você.
Fonte oficial: Câmara dos Deputados · Consultar publicação original
O texto foi conferido com a publicação oficial.
Fontes externas foram consultadas para checagem, mas não acrescentaram informações ao texto.
Continue acompanhando
Siga o Atlas Público nas redes sociais para acompanhar notícias, análises e dados públicos.