Na plataforma
Crie uma conta gratuita para seguir temas, empresas e fontes oficiais. As novidades aparecem no seu feed e, se quiser, chegam em um resumo diário ou semanal por e-mail. Alertas imediatos estão nos planos profissionais.
O deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) apresentou, em 9 de setembro de 2026, o Requerimento de Informação (RIC) 2589/2026, que pede ao ministro de Minas e Energia esclarecimentos sobre falhas na fiscalização e na rastreabilidade que, segundo o documento, teriam permitido a comercialização fraudulenta de cassiterita extraída ilegalmente de terras protegidas na Amazônia.
Entre as perguntas dirigidas ao Executivo, o requerimento menciona mais de 525 toneladas de cassiterita que teriam sido extraídas ilegalmente da Terra Indígena Yanomami e do Parque Nacional dos Campos Amazônicos. O texto afirma que o minério teria sido “esquentado” por meio da Cooperativa de Produtores de Estanho do Brasil (Coopertin) e entrado no mercado formal com notas fiscais e guias de transporte fraudulentas, movimentando cerca de R$ 200 milhões entre 2020 e 2025.
O parlamentar pergunta à Agência Nacional de Mineração (ANM) quais mecanismos de rastreabilidade — incluindo o SIGMINE, o controle da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) e as guias de transporte — estavam em vigor e por que não teriam impedido a mistura de minério de origem ilegal com o produzido em lavras regularizadas em Rondônia.
Os destaques das fontes oficiais, toda semana no seu email.
Inscrição imediata, com email de confirmação. Cancele quando quiser, com um clique.
Sua inscrição começa imediatamente. Também enviamos um email de confirmação, com um link para cancelar caso não tenha sido você.
O requerimento também solicita informações sobre a situação dos títulos minerários e das autorizações de funcionamento da White Solder, da Coopertin e de outras empresas citadas na Operação Forja de Hefesto, além de questionar medidas administrativas e ações de cooperação entre a ANM, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. Como se trata de um pedido formal de informações, o documento não estabelece, por si só, a confirmação dos valores ou dos fatos mencionados.
Fonte oficial: Câmara dos Deputados · Consultar publicação original
O texto foi conferido com a publicação oficial.
Fontes externas foram consultadas para checagem, mas não acrescentaram informações ao texto.
Continue acompanhando
Siga o Atlas Público nas redes sociais para acompanhar notícias, análises e dados públicos.