ANM embarga sete barragens de mineração por irregularidades ambientais
A Agência Nacional de Mineração (ANM) determinou, por meio do Despacho Relação nº 23/2026, o embargo de sete barragens de mineração após constatação de irregularidades ambientais. O ato foi assinado pelo gerente da agência, David de Barros Galo.
As estruturas afetadas incluem a Barragem Água Limpa (Mineração Germinal Ltda.), as barragens Km 190, Baixinhos, Sentinela, Sedimentação V e Sedimentação IV (Indústria e Comércio de Minérios S/A – ICOMI), a barragem Santa Rita (Adriano José de Moura Sousa), o Dique Santa Cruz (Mineração Santa Cruz Ltda.), as Barragens 2 e 3 (Morro Agudo Minerais Ltda.) e as barragens Belíssima e Jacaré Médio (Cooperativa dos Garimpeiros de Santa Cruz – COOPERSANTA), além das barragens BR02 e Bacia de Rejeitos (Mineração Abdala Ltda.).
Cada estrutura recebeu um Auto de Embargo específico, numerado de 17/2026 a 31/2026, emitido pela Gerência de Barragens e Estruturas da ANM. O embargo impede a continuidade das atividades de mineração nas áreas afetadas até que as irregularidades sejam sanadas e as condições de segurança e meio ambiente sejam restabelecidas.
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A medida visa proteger o meio ambiente e a segurança das comunidades próximas, evitando riscos de ruptura e contaminação. O embargo também impacta a produção das empresas envolvidas, que deverão adequar suas operações às exigências regulatórias antes de retomar as atividades.