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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), por meio da Superintendência Regional do Estado de Mato Grosso, assinou em 28 de julho de 2026 o termo aditivo nº 2/2026 ao contrato 611/2024 com a empresa V.F. Gomes Construtora Ltda. O documento foi publicado no Diário Oficial da União em 29 de julho de 2026.
O aditivo prorroga a vigência do contrato por 730 dias consecutivos, passando o término dos prazos de vigência e de execução de 23 de setembro de 2026 para 21 de setembro de 2028. O valor contratual a preços iniciais, que era de R$ 43.745.369,00, passa a ser de R$ 78.455.452,69 — um acréscimo de R$ 34.710.083,69, equivalente a aproximadamente 79% do valor original. O acréscimo decorre de nova etapa do plano anual de trabalho e orçamento, segundo o extrato publicado.
A contratação originou-se do Pregão nº 545/2023, sob o processo administrativo nº 50611.002744/2023-43. A empresa V.F. Gomes Construtora Ltda, sediada em Mato Grosso e atuante na construção de rodovias e ferrovias, possui ao menos 53 menções no Diário Oficial da União, indicando volume significativo de contratos com o poder público.
O aditivo amplia os recursos destinados a obras de infraestrutura de transportes em Mato Grosso no âmbito do plano anual de trabalho da Superintendência Regional do DNIT.
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Contexto de denúncias — A prorrogação ocorre em um contexto de questionamentos sobre a relação entre a V.F. Gomes e o DNIT no Mato Grosso. Em fevereiro de 2026, denúncias publicadas na imprensa regional apontaram um suposto esquema de atuação coordenada entre a empresa e o DNIT-MT em contratos para manutenção das rodovias BR-158 e BR-242, na região do Araguaia. Segundo reportagem da Agência da Notícia, as alegações incluem licitações com valores iniciais elevados vencidas com descontos superiores a 62%, levantando questões sobre a exequibilidade das propostas. O DNIT, em nota oficial de 16 de fevereiro de 2026, repudiou as suspeitas, afirmando que todos os processos seguem a legislação vigente e são submetidos aos órgãos de controle. As alegações ainda não foram confirmadas oficialmente por órgãos de controle ou autoridades responsáveis.
Fonte oficial: Diário Oficial da União · Consultar publicação original