A balança comercial de bens, medida pelo conceito BPM6 do balanço de pagamentos do Banco Central, registrou superávit de US$ 6.868,8 milhões (cerca de US$ 6,87 bilhões) em setembro de 2026. No mesmo mês de 2025, o saldo havia sido de US$ 2.459,5 milhões, o que representa alta de US$ 4.409,3 milhões na comparação ano contra ano.

No mês, as exportações de bens somaram US$ 34.584 milhões e as importações, US$ 27.715,2 milhões, também no conceito BPM6.

Apesar do saldo positivo na conta de bens, as transações correntes do mês apresentaram déficit de US$ 5.099,7 milhões (cerca de US$ 5,1 bilhões).

No acumulado do ano até setembro de 2026, o saldo da balança de bens chegou a US$ 55,71 bilhões, ante US$ 40,29 bilhões no mesmo período de 2025. Em 12 meses, o saldo acumulado é de US$ 75,14 bilhões.

O conceito BPM6 considera a mudança de propriedade econômica entre residentes e não residentes. Não é a balança aduaneira da Secex/MDIC, que usa metodologia distinta.