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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Agência Especial de Financiamento Industrial (FINAME), a BNDES Participações (BNDESPAR) e a Fundação Cultural Exército Brasileiro (FUNCEB) firmaram, com a interveniência da União por intermédio do Comando do Exército, um contrato de aplicação de recursos não reembolsáveis para a restauração do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, conhecido como Monumento aos Pracinhas. O documento nº 25.2.0391.1 foi assinado em 12 de junho de 2026 e publicado no Diário Oficial da União em 8 de julho de 2026.
A colaboração financeira não reembolsável é de até R$ 13.480.599,13 (treze milhões, quatrocentos e oitenta mil, quinhentos e noventa e nove reais e treze centavos). Os recursos devem ser aplicados no Projeto Cultural de "Recuperação Estrutural e Impermeabilização da Plataforma em Balanço do Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial (Monumento aos Pracinhas), bem como adaptação para atendimento às normas de acessibilidade e restauro das obras artísticas". A vigência do contrato é de 44 meses a partir da assinatura.
O Monumento aos Pracinhas localiza-se no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, e homenageia os soldados brasileiros da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Segundo reportagem publicada no portal O Dia em junho de 2026, a revitalização completa foi estimada pelo Exército em R$ 58 milhões e inclui a recuperação estrutural do complexo, a restauração de elementos históricos e melhorias nos espaços de visitação, com o objetivo de devolver ao monumento as características de sua inauguração em 1960. O imóvel, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), apresenta sinais de deterioração, infiltrações e deslocamentos que exigiram escoramentos preventivos.
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Os representantes que assinaram o contrato foram Andres Sobalvarro Cortes da Silveira, chefe do ARMC/DECULT do BNDES, e Marina Moreira da Gama, superintendente da ARMC do BNDES; o general de divisão Flávio Alvarenga Filho, vice-chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército; e Otaviani Luciano Souza, diretor-executivo da FUNCEB.
Fonte oficial: Diário Oficial da União · Consultar publicação original