CTNBio aprova liberação planejada de algodão geneticamente modificado em seis estados brasileiros
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) deferiu a solicitação da empresa Monsanto do Brasil Ltda. para a liberação planejada de algodão geneticamente modificado no meio ambiente. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, segue parecer técnico emitido após a 289ª Reunião Ordinária da Comissão, realizada em março de 2026.
O cultivo do algodão modificado, que possui resistência a insetos, será realizado em unidades operativas localizadas em seis estados: Minas Gerais (Cachoeira Dourada e Uberlândia), Bahia (Luís Eduardo Magalhães), Paraná (Rolândia), São Paulo (Santa Cruz das Palmeiras) e Mato Grosso (Sorriso).
A CTNBio fundamentou o deferimento na análise de que as medidas de biossegurança propostas pelo requerente estão em conformidade com a legislação vigente. A Comissão concluiu que a atividade não apresenta potencial para causar degradação significativa ao meio ambiente, à saúde humana ou animal, desde que as condições estabelecidas no parecer técnico sejam atendidas.
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Esta aprovação permite o avanço do plantio de uma nova variedade de algodão geneticamente modificado em áreas específicas do país, impactando a produção agrícola e a cadeia produtiva do setor.