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Checklist de due diligence de fornecedor: sete verificações e onde fazer cada uma

Uma lista prática para pequenas e médias empresas e equipes de compras públicas, com a fonte oficial gratuita de cada item e quando repetir a consulta.

Atualizado em 16 de outubro de 2026

5 min de leitura

Por Equipe Atlas Público

Consulta informativa, não decisória.

Use o Atlas

Comece pelo resumo da empresa

Digite o nome ou o CNPJ. A página da empresa abre no resumo “Antes de fazer negócio”, que reúne boa parte desta lista em uma tela.

Triagem de fornecedor

Nome da empresa ou CNPJ

Selecione o CNPJ que vai assinar o contrato. O resumo traz a data da consulta.

Resposta direta

A resposta curta: sete consultas, quase todas gratuitas

Uma diligência básica de fornecedor confere sete pontos: CNPJ, sanções, dívida ativa, processos, contratos públicos, Diário Oficial e sócios. Todos têm fonte oficial gratuita.

O trabalho está em repetir. Sanções, dívidas e processos mudam durante o contrato. Defina quais itens você refaz antes de cada renovação e quais acompanha todo mês.

Passo a passo

Como fazer a consulta

  1. 1

    Confirme o CNPJ que vai assinar

    Na Receita Federal, confira razão social, situação cadastral e atividade. Use o CNPJ do estabelecimento que vai faturar.

    Consultar o CNPJ na Receita
  2. 2

    Faça a Consulta Consolidada

    A consulta do TCU cobre CEIS, CNEP, inidôneos do TCU e improbidade do CNJ de uma vez e gera um documento para o processo.

    Abrir a Consulta Consolidada
  3. 3

    Emita as certidões que o contrato pede

    Débitos federais, FGTS e débitos trabalhistas. As certidões comprovam regularidade; as consultas não.

    Emitir a certidão federal
  4. 4

    Veja o resumo na página da empresa

    No Atlas, “Antes de fazer negócio” mostra situação na Receita, sanções, dívida ativa da União, processos, contratos públicos e menções em diários oficiais, com a data da consulta.

    Consultar uma empresa no Atlas

O que você encontra

  • Sete verificações e a fonte oficial de cada uma
  • Quais itens repetir e quando
  • O que a página da empresa já reúne

Conceitos essenciais

Consulta, certidão e monitoramento

Os três se completam. Tratar um como se fosse o outro deixa buracos na diligência.

Consulta
Mostra o que a fonte registra naquele dia. Serve para triagem e para documentar a análise.
Certidão
Documento com prazo de validade que comprova regularidade. É o que o edital e o contrato exigem.
Monitoramento
Repetir as consultas, ou receber aviso, enquanto o contrato dura. Uma sanção aplicada depois da assinatura não aparece na consulta antiga.

Rastreabilidade

Fontes da lista

Três fontes cobrem a maior parte dos itens.

Receita Federal: consulta de CNPJ

Situação cadastral, atividade, endereço e quadro de sócios.

Como entra no Atlas

É a origem do cadastro e dos sócios na página da empresa.

Abrir fonte oficial

TCU: Consulta Consolidada de Pessoa Jurídica

Uma consulta para CEIS, CNEP, inidôneos do TCU e improbidade do CNJ.

Como entra no Atlas

O Atlas lê CEIS, CNEP e a lista do TCU; o cadastro do CNJ não está no Atlas.

Abrir fonte oficial

PGFN: Dívida Aberta

Dívidas em cobrança com a União e o FGTS, por CNPJ.

Como entra no Atlas

O Atlas conta as inscrições ligadas ao CNPJ a partir dos dados abertos da PGFN.

Abrir fonte oficial

Exemplo com empresas reais

Exemplo: o resumo de duas empresas lado a lado

Abra no Atlas a página da Casa da Moeda do Brasil e a da Positivo Tecnologia e compare o bloco “Antes de fazer negócio”.

  • Casa da Moeda do Brasil

    CNPJ 34.164.319/0001-74

    Bloco “Antes de fazer negócio”

    Abrir a página

  • Positivo Tecnologia

    CNPJ 81.243.735/0001-48

    O mesmo resumo, para comparar

    Abrir a página

  1. 1Cada linha é um item desta lista. Os números levam ao bloco com a fonte.
  2. 2“Nada consta” e “Nenhum” aparecem só quando a fonte foi lida e veio vazia. Uma linha ausente quer dizer que não há registro a mostrar ou que a fonte não respondeu.
  3. 3O resumo traz a data da consulta. Guarde-a junto com a análise.

Em poucos minutos você sabe onde olhar com mais cuidado. As certidões continuam sendo o documento do processo.

Para usar na prática

A lista, item por item

Fonte gratuita, o que conferir e quando repetir.

  • Cadastro: situação “Ativa” e atividade compatível com o objeto. Na contratação e na renovação.
  • Sanções: Consulta Consolidada do TCU. Antes de assinar e todo mês em contratos críticos.
  • Dívida ativa: Dívida Aberta e certidão federal. Dentro da validade da certidão.
  • Processos: DJEN, pelo nome. Leia o tipo, não só a quantidade. Todo mês em contratos críticos.
  • Contratos públicos: PNCP, pelo CNPJ, para ver a experiência com o setor público. Antes de contratar.
  • Diário Oficial: busca do CNPJ no in.gov.br. Todo mês em contratos críticos.
  • Sócios: quadro na Receita; veja se os sócios aparecem em empresa sancionada. Na contratação e quando o quadro mudar.

Para repetir esta lista todo mês em muitos fornecedores, o Atlas Profissional segue até 50 empresas, avisa por e-mail quando um ato do Diário Oficial cita uma delas e abre 12 meses de contratos, sanções, dívida ativa e publicações. Ver o Atlas Profissional

O que a lista não resolve

  • Consultas mostram o registro do dia e não substituem as certidões pedidas no edital.
  • A lista é um mínimo. Contratos com dados pessoais, setor regulado ou valor alto pedem diligência maior.

Leia o registro antes de concluir

Nenhum item decide sozinho uma contratação. O Atlas não calcula nota de risco: mostra os registros e a fonte de cada um.

Como o Atlas organiza as fontes

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

O que verificar antes de contratar um fornecedor?+

Situação do CNPJ, sanções, dívida ativa, processos, contratos públicos, menções no Diário Oficial e sócios, cada um com fonte oficial gratuita.

Com que frequência refazer a due diligence?+

Antes de assinar e a cada renovação, no mínimo. Em contratos longos ou críticos, repita todo mês as consultas de sanções, Diário Oficial e processos, que mudam com mais frequência.

O Atlas dá uma nota de risco ao fornecedor?+

Não. O Atlas mostra os registros oficiais ligados ao CNPJ e a fonte de cada um. A avaliação de risco é da sua equipe.

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